O que é
No mapeamento, a dermatologista examina toda a pele com o dermatoscópio, um aparelho com lente de aumento e luz própria. As pintas que merecem acompanhamento são fotografadas e guardadas no prontuário.
Na consulta seguinte, as imagens novas são comparadas com as antigas. Mudanças pequenas, que o olho não perceberia, aparecem na comparação.
Para quem é indicado
- Muitas pintas, ou pintas grandes e irregulares.
- Pele clara, histórico de queimaduras de sol ou exposição intensa ao longo da vida.
- Histórico pessoal ou familiar de melanoma.
- Pinta nova depois dos 40 anos ou que mudou de aspecto.
Como é feito
- Conversa. Histórico de sol, de câncer de pele na família e de pintas que mudaram.
- Exame da pele inteira, com dermatoscópio.
- Fotografias do corpo e das pintas selecionadas.
- Conduta. Acompanhamento, ou retirada para biópsia quando a pinta for suspeita.
Depois da consulta
Se alguma pinta precisar ser retirada, a pequena cirurgia é agendada e o material vai para análise. As demais são revistas no próximo mapeamento, em geral em um ano.
Limites e riscos
O mapeamento reduz, mas não elimina, a chance de um câncer de pele passar despercebido. Algumas lesões só mostram sinais suspeitos com o tempo. A biópsia, quando necessária, deixa uma pequena cicatriz.